Os simulados são uma boa maneira de estudar. Para este teste, foram selecionadas QUESTÕES OBJETIVAS de diversas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), do vestibular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), FUVEST e outros, que cobram o conhecimento sobre COESÃO TEXTUAL.
Ao clicar em RESPONDER, a sua resposta será marcada na cor verde, se estiver correta, ou na cor vermelha, se estiver errada.
Você deve responder a todas as questões e, ao concluir, saberá a sua taxa de acertos e o tempo que levou para responder a todas as questões.
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Por meio de recursos linguísticos, os textos mobilizam estratégias para introduzir e retomar ideias, promovendo a progressão do tema. No fragmento transcrito, um novo aspecto do tema é introduzido pela expressão
Correto
Os candidatos costumam pensar que a coesão textual é um tópico que somente será cobrado na correção da redação; contudo, muitas são as questões aplicadas no ENEM que cobram tal conhecimento. Esta indica, desde o enunciado, que esse será o tema (“estratégias para introduzir ou retomar ideias”).
“Notei a singularidade” (l. 2) ─ O termo destacado retoma a informação acerca de um aspecto do caráter das moças citadas no texto: afirmar o contrário do que desejavam.
“…nunca havia reparado em tais vantagens…” ─ No trecho, a expressão destacada retoma tudo o que foi dito no período anterior.
“longe disso” ─ Os pronomes demonstrativos são dêiticos; ou seja, apontam para algo já referenciado. Nesse caso, o demonstrativo não apenas retoma a informação do período anterior, como também indica que será apresentada uma ideia contrária.
“Em geral, me diziam com franqueza…” ─ A expressão em destaque não retoma nenhuma parte do texto; no entanto, esclarece um dado sobre o comportamento da família.
Incorreto
Os candidatos costumam pensar que a coesão textual é um tópico que somente será cobrado na correção da redação; contudo, muitas são as questões aplicadas no ENEM que cobram tal conhecimento. Esta indica, desde o enunciado, que esse será o tema (“estratégias para introduzir ou retomar ideias”).
“Notei a singularidade” (l. 2) ─ O termo destacado retoma a informação acerca de um aspecto do caráter das moças citadas no texto: afirmar o contrário do que desejavam.
“…nunca havia reparado em tais vantagens…” ─ No trecho, a expressão destacada retoma tudo o que foi dito no período anterior.
“longe disso” ─ Os pronomes demonstrativos são dêiticos; ou seja, apontam para algo já referenciado. Nesse caso, o demonstrativo não apenas retoma a informação do período anterior, como também indica que será apresentada uma ideia contrária.
“Em geral, me diziam com franqueza…” ─ A expressão em destaque não retoma nenhuma parte do texto; no entanto, esclarece um dado sobre o comportamento da família.
Pergunta 2 de 11
2. Pergunta
Gripado, penso entre espirros em como a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas. Partiu da Itália em 1743 a epidemia de gripe que disseminou pela Europa, além do vírus propriamente dito, dois vocábulos virais: o italiano influenza e o francês grippe. O primeiro era um termo derivado do latim medieval influentia, que significava “influência dos astros sobre os homens”. O segundo era apenas a forma nominal do verbo gripper, isto é, “agarrar”. Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa do organismo infectado
RODRIGUES. S. Sobre palavras. Veja, São Paulo, 30 nov. 2011.
Para se entender o trecho como uma unidade de sentido, é preciso que o leitor reconheça a ligação entre seus elementos. Nesse texto, a coesão é construída predominantemente pela retomada de um termo por outro e pelo uso da elipse. O fragmento do texto em que há coesão por elipse do sujeito é
Correto
A elipse é uma figura de linguagem que se dá a partir da omissão de um termo em uma sentença. Na oração “Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa do organismo infectado”, a forma verbal “fizesse” alude ao termo “grippe”, que foi citado anteriormente no texto. Como recurso coesivo, a elipse evita a repetição desnecessária de termos.
Incorreto
A elipse é uma figura de linguagem que se dá a partir da omissão de um termo em uma sentença. Na oração “Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa do organismo infectado”, a forma verbal “fizesse” alude ao termo “grippe”, que foi citado anteriormente no texto. Como recurso coesivo, a elipse evita a repetição desnecessária de termos.
Pergunta 3 de 11
3. Pergunta
Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente importante para diminuir o risco de infarto, mas também de problemas como morte súbita e derrame. Significa que manter uma alimentação saudável e praticar atividade física regularmente já reduz, por si só, as chances de desenvolver vários problemas. Além disso, é importante para o controle da pressão arterial, dos níveis de colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda a diminuir o estresse e aumentar a capacidade física, fatores que, somados, reduzem as chances de infarto. Exercitar-se, nesses casos, com acompanhamento médico e moderação, é altamente recomendável.
ATALIA, M. Nossa vida. Época. 23 mar. 2009
As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo relações que atuam na construção do sentido. A esse respeito, identifica-se, no fragmento, que
Correto
A expressão “Além disso” é uma conjunção de valor semântico aditivo; assim, possui a função de sequenciação de ideias e inserção de novos elementos.
Incorreto
A expressão “Além disso” é uma conjunção de valor semântico aditivo; assim, possui a função de sequenciação de ideias e inserção de novos elementos.
Pergunta 4 de 11
4. Pergunta
Manuel Bandeira
Filho de engenheiro, Manuel Bandeira foi obrigado abandonar os estudos de arquitetura por causa da tuberculose. Mas a iminência da morte não marcou de forma lúgubre sua obra, embora em seu humor lírico haja sempre um toque de funda melancolia, e na sua poesia haja sempre um certo toque de morbidez, até no erotismo. Tradutor de autores como Marcel Proust e William Shakespeare, esse nosso Manuel traduziu mesmo foi a nostalgia do paraíso cotidiano mal idealizado por nós, brasileiros, órfãos de um país imaginário, nossa Cocanha perdida, Pasárgada. Descrever seu retrato em palavras é uma tarefa impossível, depois que ele mesmo já o fez tão bem em versos.
Revista Língua Portuguesa, n° 40, fev. 20
A coesão do texto é construída principalmente a partir do
Correto
Cobra-se do candidato o conhecimento sobre o uso de pronomes pessoais como recurso coesivo anafórico; ou seja, para retomada de elementos já expressos no texto.
Incorreto
Cobra-se do candidato o conhecimento sobre o uso de pronomes pessoais como recurso coesivo anafórico; ou seja, para retomada de elementos já expressos no texto.
Pergunta 5 de 11
5. Pergunta
As alegres meninas que passam na rua, com suas pastas escolares, às vezes com seus namorados. As alegres meninas que estão sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importância. O uniforme as despersonaliza, mas o riso de cada uma as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo; riem. Hoje de manhã estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir e falar coisas sem importância. Faltava uma delas. O jornal dera notícia do crime. O corpo da menina encontrado naquelas condições, em lugar ermo. A selvageria de um tempo que não deixa mais rir. As alegres meninas, agora sérias, tornaram-se adultas de uma hora para outra; essas mulheres.
ANDRADE, C. D. Essas meninas. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.
No texto, há recorrência do emprego do artigo “as” e do pronome “essas”. No último parágrafo, esse recurso linguístico contribui para
Correto
O conhecimento cobrado nesta questão é a coesão anafórica , por meio do artigo “as” e do pronome demonstrativo “esses” como mecanismo de retomada na frase.
Incorreto
O conhecimento cobrado nesta questão é a coesão anafórica , por meio do artigo “as” e do pronome demonstrativo “esses” como mecanismo de retomada na frase.
Pergunta 6 de 11
6. Pergunta
A palavra e a imagem têm o poder de criar e destruir, de prometer e negar. A publicidade se vale desse recurso linguístico-imagético como seu principal instrumento. Vende a ficção como o real, o normal como algo fantástico; transforma um carro em um símbolo de prestígio social, uma cerveja em loira bonita, e um cidadão comum em um astro ou estrela, bastando tão somente utilizar o produto divulgado. Assim, fazer o banal tornar-se o ideal é tarefa ordinária da linguagem publicitária.
ALMEIDA, W.M. A linguagem publicitaria e o estrangeirismo. Língua Portuguesa, n.35. jan. 2012.
Alguns elementos linguísticos estabelecem relações entre as diferentes partes do texto. Nesse texto, o vocábulo “Assim” (ℓ. 9) tem a função de
Correto
O conectivo ASSIM é um termo que exprime semelhança, comparação ou conformidade, mas também é utilizado para sintetizar informações presentes no texto.
Incorreto
O conectivo ASSIM é um termo que exprime semelhança, comparação ou conformidade, mas também é utilizado para sintetizar informações presentes no texto.
Pergunta 7 de 11
7. Pergunta
Quando Rubem Braga não tinha assunto, ele abria a janela e encontrava um. Quando não encontrava, dava no mesmo, ele abria a janela, olhava o mundo e comunicava que não havia assunto. Fazia isso com tanto engenho e arte que também dava no mesmo: a crônica estava feita. Não tenho nem o engenho nem a arte de Rubem, mas tenho a varanda aberta sobre a Lagoa — posso não ver melhor, mas vejo mais. […] Nelson Rodrigues não tinha problemas. Quando não havia assunto, ele inventava. Uma tarde, estacionei ilegalmente o Sinca-Chambord na calçada do jornal. Ele estava com o papel na máquina e provisoriamente sem assunto. Inventou que eu descia de um reluzente Rolls Royce com uma loura suspeita, mas equivalente à suntuosidade do carro. Um guarda nos deteve, eu tentei subornar a autoridade com dinheiro, o guarda não aceitou o dinheiro, preferiu a loura. Eu fiquei sem a multa e sem a mulher. Nelson não ficou sem assunto.
CONY, C. H. Folha de S. Paulo. 2 jan. 1998 (adaptado).
O autor lançou mão de recursos linguísticos que o auxiliaram na retomada de informações dadas sem repetir textualmente uma referência. Esses recursos pertencem ao uso da língua e ganham sentido nas práticas de linguagem. É o que acontece com os usos do pronome “ele” destacados no texto. Com essa estratégia, o autor conseguiu
Correto
No texto de Rubem Braga, utilizou-se o pronome pessoal do caso reto como um dêitico.
Dêixis é uma palavra de origem grega que significa apontar ou indicar e tem como exemplares os pronomes demonstrativos, os pronomes de primeira e segunda pessoa, os tempos verbais, advérbios de tempo e lugar e uma infinidade de outros recursos linguísticos (LEVINSON, 2009). É ela quem nos permite, na prática da linguagem, localizar e identificar pessoas, objetos, eventos aos quais nos referimos no momento da comunicação. (Confira o artigo sobre isso neste blog).
Incorreto
No texto de Rubem Braga, utilizou-se o pronome pessoal do caso reto como um dêitico.
Dêixis é uma palavra de origem grega que significa apontar ou indicar e tem como exemplares os pronomes demonstrativos, os pronomes de primeira e segunda pessoa, os tempos verbais, advérbios de tempo e lugar e uma infinidade de outros recursos linguísticos (LEVINSON, 2009). É ela quem nos permite, na prática da linguagem, localizar e identificar pessoas, objetos, eventos aos quais nos referimos no momento da comunicação. (Confira o artigo sobre isso neste blog).
Pergunta 8 de 11
8. Pergunta
Acho que é disso que estamos falando quando falamos em civilização. (l. 37-38)
O termo “disso” se refere a praticamente toda a crônica de Antônio Prata e pode ser resumido como o esforço da comunidade para
Correto
O conteúdo programático cobrado nessa questão é a coesão referencial, explicitada no enunciado em “se refere a praticamente toda a crônica”. O pronome isso estabelece a referência demonstrativa entre o que se diz no parágrafo e o tudo o que foi exposto antes.
Incorreto
O conteúdo programático cobrado nessa questão é a coesão referencial, explicitada no enunciado em “se refere a praticamente toda a crônica”. O pronome isso estabelece a referência demonstrativa entre o que se diz no parágrafo e o tudo o que foi exposto antes.
Pergunta 9 de 11
9. Pergunta
O uso de palavras que se referem a termos já enunciados, sem que seja necessário repeti-los, faz parte dos processos de coesão da linguagem.
Na pergunta feita no segundo quadrinho, uma palavra empregada com esse objetivo é
Correto
O advérbio de lugar “aqui” foi utilizado como referência ao substantivo “pátria”.
Incorreto
O advérbio de lugar “aqui” foi utilizado como referência ao substantivo “pátria”.
Pergunta 10 de 11
10. Pergunta
Seu nome define seu destino. Será?
“O nome próprio da pessoa marca a sua identidade e a sua experiência social e, por isso, é um dado essencial na sua vida”, diz Francisco Martins, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília e autor do livro Nome próprio (Editora UnB). “Mas não dá para dizer que ele conduz a um destino específico. É você quem constrói a sua identidade. Existe um processo de elaboração, em que você toma posse do nome que lhe foi dado. Então, ele pesa, mas não é decisivo”. De acordo com Martins, essa apropriação do nome se dá em várias fases: na infância, quando se desenvolve a identidade sexual; na adolescência, quando a pessoa começa a assinar o nome; no casamento, quando ela adiciona (ou não) o sobrenome do marido ao seu. “O importante é a pessoa tomar posse do nome, e não ficar brigando com ele”.
CHAMARY, J. V.; GIL, M. A. Knowledge, jul. 2010.
Pronomes funcionam nos textos como elementos de coesão referencial, auxiliando a manutenção do tema abordado. No trecho da reportagem, o vocábulo “nome” é retomado pelo pronome destacado em:
Correto
Em A e B, há o uso dos pronomes “seu” e “sua” para se referir à terceira pessoa do discurso, representada pelo interlocutor “você”. Em C, o pronome “que” é utilizado para retomar o “processo de elaboração”. Em D, o pronome “lhe” se refere também à terceira pessoa do discurso, representada pelo interlocutor “você”. Por fim, em E, vemos que o pronome “ele” retoma a palavra “nome”, e podemos reescrever a frase como: não ficar brigando com o nome.
Incorreto
Em A e B, há o uso dos pronomes “seu” e “sua” para se referir à terceira pessoa do discurso, representada pelo interlocutor “você”. Em C, o pronome “que” é utilizado para retomar o “processo de elaboração”. Em D, o pronome “lhe” se refere também à terceira pessoa do discurso, representada pelo interlocutor “você”. Por fim, em E, vemos que o pronome “ele” retoma a palavra “nome”, e podemos reescrever a frase como: não ficar brigando com o nome.
Pergunta 11 de 11
11. Pergunta
Apesar de
Não lembro quem disse que a gente gosta de uma pessoa não por causa de, mas apesar de. Gostar daquilo que é gostável é fácil: gentileza, bom humor, inteligência, simpatia, tudo isso a gente tem em estoque na hora em que conhece uma pessoa e resolve conquistá-la. Os defeitos ficam guardadinhos nos primeiros dias e só então, com a convivência, vão saindo do esconderijo e revelando-se no dia a dia. Você então descobre que ele não é apenas gentil e doce, mas também um tremendo casca-grossa quando trata os próprios funcionários. E ela não é apenas segura e determinada, mas uma chorona que passa 20 dias por mês com TPM. E que ele ronca, e que ela diz palavrão demais, e que ele é supersticioso por bobagens, e que ela enjoa na estrada, e que ele não gosta de criança, e que ela não gosta de cachorro, e agora? Agora, convoquem o amor para resolver essa encrenca.
MEDEIROS, M. Revista O Globo, n. 790, 12 jun. 2011 (adaptado).
Há elementos de coesão textual que retomam informações no texto e outros que as antecipam. Nos trechos, o elemento de coesão sublinhado que antecipa uma informação do texto é
Correto
No trecho “gostar daquilo que é gostável é fácil”, o pronome demonstrativo “daquilo” é um elemento catafórico, pois antecipa informações que serão apresentadas ao longo do texto, correspondendo a “gentileza, bom humor, inteligência, simpatia”.
Incorreto
No trecho “gostar daquilo que é gostável é fácil”, o pronome demonstrativo “daquilo” é um elemento catafórico, pois antecipa informações que serão apresentadas ao longo do texto, correspondendo a “gentileza, bom humor, inteligência, simpatia”.
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